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Blindagem de carros para PCDs: Mais segurança no trânsito

Valor economizado com a isenção de impostos na compra do veículo para PCD favorece o investimento em dispositivos de segurança, como a blindagem

Apesar das restrições exigidas para conter a pandemia de Covid-19, muitos brasileiros aproveitaram o período para investir em proteção veicular. Segundo a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), 13.837 veículos foram blindados no Brasil em 2020, sendo aproximadamente 60% da produção concentrada no estado de São Paulo.

A associação estima uma frota de 265 mil veículos blindados no Brasil e tem a expectativa de que esse número aumente com o controle da pandemia e a retomada da economia no setor automotivo. Um levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (FENABRAVE), apontou que, em 2020, o volume de automóveis emplacados foi de 1.615.531.

Na última década, houve um crescimento quase contínuo nas vendas de carros para PCDs, motivado pela aprovação da lei que concede isenções tributárias para essa parcela da população. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram faturados 238 mil carros para PCDs em 2020, o que representa 12% dos emplacamentos.

Renato Escobar

Ser portador de deficiência não é sinônimo de dependência e, se a condição permitir, é possível viver com liberdade e se deslocar a qualquer momento com um veículo próprio. Segundo o especialista em blindagem veicular e sócio da Collet Blindagens, Renato Escobar, “a vantagem na isenção de impostos possibilita que seja feito um investimento maior em equipamentos que trazem mais conforto e segurança, como a blindagem do veículo, um serviço que se tornou muito mais acessível na última década”.

Ele explica, ainda, que o processo de blindagem de um veículo adaptado para uma pessoa com deficiência é feito da mesma forma que um veículo não adaptado. “Não tem diferença. Quando você blinda um carro, você não desmonta painel, volante e nem console central. Então não muda nada quando você tem um carro adaptado para PCDs, como os modelos com a manivela na direção ou câmbio, acelerador e freio em outro lugar. Continua como se fosse um carro normal, não se perde nenhuma função. Sendo assim, ter um carro equipado com um dispositivo que o torna mais seguro é uma realidade para todos”.

 

Vale a pena aproveitar o valor economizado com a isenção de impostos veicular em segurança?

Sem dúvidas, comprar um veículo por um valor mais acessível favorece o investimento em dispositivos que garantem mais segurança, como a blindagem.

Porém, é preciso ficar atento! A Lei Federal 8.989, de 24 de fevereiro de 1995, que isenta essa parcela da população do pagamento do IPI, prevê a volta da cobrança do imposto a partir de janeiro de 2022. Atualmente, é possível solicitar a isenção do IPI para carros zero no valor de até R$ 140 mil, limite estabelecido pela Lei Federal 14.183/21, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, em julho deste ano.

Apesar de existir uma discussão em torno do Projeto de Lei 5.149, apresentado em 2020 pela senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), que visa prorrogar a não cobrança do imposto até 2026, além do aumento no teto do valor dos veículos que podem ser comprados com isenção, que passou a ser de R$ 200 mil, se não houver uma mudança imediata, as pessoas com deficiência serão obrigadas a pagar o mesmo valor dos carros normais.

O texto-base já foi aprovado pelo Senado, mas é preciso ser sancionado pelo presidente. “É uma situação delicada. Na última década, o serviço de blindagem se tornou cada vez mais acessível. Mas essas discussões levam tempo, então, por garantia, o melhor momento de investir em mais segurança para o seu veículo é agora, antes que o serviço se torne menos viável”, diz Renato.

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